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Dólar mantém queda e cai abaixo de R$ 4,95

24 de Junho de 2021 às 12:02:10


Na quarta-feira, moeda norte-americana fechou em queda de 0,11%, a R$ 4,9608. dinheiro, dólar, dólares, cédulas, notas pasja1000/Creative Commons O dólar mantém o movimento de queda nesta quinta-feira (24), chegando a ser negociado abaixo de R$ 4,95. Às 9h19, a moeda norte-americana recuava 0,28%, cotada a R$ 4,9467. Na mínima até o momento, chegou a R$ 4,9447. Veja12 mais cotações. Na quarta-feira, o dólar fechou em queda de 0,11%, a R$ 4,9608 – menor cotação desde 10 de junho do ano passado (R$ 4,9334). Com o resultado, passou a acumular queda de 5,04% no mês e de 4,36% no ano. Real é a 4ª moeda que mais se valorizou no mundo em 2021, aponta ranking Analista comenta quais preços devem cair com o recuo do dólar Cenário O Banco Central informou nesta quarta-feira que subiu de 5% para 5,8% sua estimativa de inflação para 2021, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O BC avaliou também que a crise hídrica pressiona inflação e limita o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). O centro da meta de inflação, em 2021, é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Com isso, a projeção do BC está bem acima do teto do sistema de metas. A Fundação Getúlio Vargas mostrou que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu pelo terceiro mês consecutivo, para a maior pontuação desde novembro de 2020. No exterior, os investidores aguardam a terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre dos Estados Unidos, pois um dado acima do esperado pode voltar a deixar investidores preocupados acerca do momento de elevação de juros na maior economia do mundo. Variação do dólar em 2021 Economia G1

Crise hídrica pressiona inflação e contém crescimento da economia, avalia Banco Central

24 de Junho de 2021 às 11:59:59

Informação consta no relatório de inflação do segundo trimestre deste ano. De acordo com o governo, o volume de chuva registrado desde outubro é o menor dos últimos 91 anos. A crise hídrica pressiona a inflação neste ano e limita o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), avaliou nesta quinta-feira (24) o Banco Central por meio do relatório de inflação do segundo trimestre deste ano. Em maio, o governo federal criou uma sala de crise e deu início à discussão de um plano de ações para preservar água nos reservatórios das principais hidrelétricas e, com isso, evitar o risco de escassez de energia. Essa situação é resultado da falta de chuvas nas duas regiões nos últimos meses. De acordo com o governo, o volume de chuva registrado desde outubro é o menor dos últimos 91 anos. Crise hídrica deixa contas de luz mais caras; entenda O Banco Central subiu de 3,6% para 4,6% sua estimativa oficial para o crescimento da economia neste ano. Porém, informou que a crise hídrica é um dos fatores que geram incerteza e que limitam a alta da atividade em 2021. "Entre os fatores que podem diminuir a taxa de expansão estão: risco de surgimento ou disseminação de novas variantes de preocupação do SARS-CoV-2; dificuldade para obtenção de insumos e custos elevados em algumas cadeias produtivas; e eventuais implicações da crise hídrica", informou. A instituição avaliou, ainda, que a crise hídrica na bacia hidrográfica do Paraná pode ter implicações negativas para a geração de energia elétrica, com aumento de preços decorrente do maior acionamento de usinas termoelétricas — pressionando a inflação. O BC admitiu, nesta quarta-feira, que a inflação deve ficar em 5,8% e estourar o teto do sistema de metas em 2021. "Destaca-se ainda como risco altista possível elevação do custo da energia elétrica maior do que a considerada em função da situação hídrica", informou a instituição. VÍDEOS: notícias sobre economia