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Usuários do PicPay e Nubank reclamam de 'sumiço' de dinheiro do Auxílio Emergencial

08 de Julho de 2020 às 13:52:54

De acordo com o Nubank, o problema teria ocorrido por conta de uma falha no sistema da Caixa. Usuários do PicPay e do Nubank têm reclamado nas redes sociais que recursos transferidos do Auxílio Emergencial teriam 'sumido' de suas contas nessas fintechs. De acordo com o Nubank, o problema teria ocorrido por conta de uma falha no sistema da Caixa Econômica Federal (CEF). Beneficiários do Auxílio Emergencial têm usado esses serviços para 'driblar' a restrição imposta pela Caixa para realizar saques e transferências usando o aplicativo Caixa TEM. Para evitar a formação de filas nas agências, a Caixa limitou, em um primeiro momento, o uso dos recursos a pagamento de boletos e compras usando o cartão de débito virtual. As fintechs oferecem um serviço que permite emitir um boleto no nome do próprio usuário e realizar a transferência de forma imediata. De acordo com o Nubank, parte dos clientes que realizou o pagamento de boletos por meio da Caixa Econômica Federal teria recebido em sua conta digital uma quantia superior ao valor correto. Informado pela CEF sobre o erro, o Nubank afirma que comunicou os clientes e estornou os valores de volta à própria Caixa. Diante das reclamações, a fintech suspendeu a devolução à Caixa, e reverteu os valores de volta aos seus clientes, que já teriam recebido os valores em suas contas. A empresa informou que aguarda esclarecimentos adicionais do banco estatal. Initial plugin text Initial plugin text Procurados pelo G1, PicPay e Caixa Econômica Federal não responderam até a última atualização desta reportagem. Beneficiários do auxílio emergencial dizem que dinheiro sumiu da conta

IBGE projeta safra recorde de grãos em 2020 e eleva estimativa de safra brasileira de café

08 de Julho de 2020 às 13:35:27


Expectativa é que sejam produzidas 59 milhões de toneladas de café neste ano, aumento de 18,2% em relação a 2019. Sacas de café: colheita neste ano deverá ser farta Reprodução EPTV A safra nacional de grãos deverá bater novo recorde e chegar a 247,4 milhões de toneladas em 2020, segundo a estimativa pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (8). Se confirmado, serão produzidas 6 milhões de toneladas a mais que em 2019. O levantamento desta quarta segue em linha com o divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A diferença é que o levantamento da Conab leva em conta o calendário de safra, que começa em julho e termina junho do ano seguinte, já o IBGE considera o que é produzido nos 12 meses do ano. Café A produção de café do Brasil em 2020 foi estimada nesta quarta-feira em 59 milhões de sacas de 60 kg. O volume projetado para safra que está sendo colhida, se confirmado, deverá representar um crescimento de 18,2% na comparação com a temporada passada. Além das condições favoráveis para a colheita, que deverão resultar também em uma safra de qualidade, a temporada atual é a de alta no ciclo bianual do arábica, que alterna anos de maiores e menores produtividades. A safra de café arábica foi estimada pelo IBGE em 44,5 milhões de sacas, crescimento de 4,8% em relação ao mês anterior e 28,9% frente ao ano passado. Minas Gerais, principal produtor brasileiro de café e também da variedade arábica, deve responder por 72,3% da produção desses grãos mais apreciados pelo mercado, com 32,2 milhões de sacas, alta de 30,2% na comparação anual. Para o café robusta, ou conilon, o IBGE estimou uma safra de 14,5 milhões de sacas, declínios de 1,9% em relação ao mês anterior e de 5,8% ante o ano anterior. "A produção capixaba, que representa 65,8% do total nacional (de conilon), encontra-se 4,2% menor em decorrência do declínio de 4,3% no rendimento médio", disse o IBGE. Em relação ao ano anterior, houve declínio de 10,3%. Em videoconferência na semana passada, produtores de café do Brasil, maior produtor e exportador global da commodity, sinalizaram que a safra nacional será volumosa e terá boa qualidade, com as condições climáticas favorecendo os trabalhos de colheita até o momento. Nesta quarta-feira, a Cooxupé, maior cooperativa de cafeicultores do Brasil, que atua em Minas Gerais e São Paulo, informou que 36,74% da área de café dos cooperados já foi colhida.